27ª Universíadas de Verão – Kazan 2013: Dia 2 de competições



Gustavo Simões apurado para o All Around. Ana Cachola termina em 5º lugar.

8 de julho de 2013 |
Dos 30 atletas portugueses a participar nas 27ª Universíadas de Verão, hoje foi dia de Atletismo, Esgrima, Ginástica Artística masculina, Judo e Voleibol de Praia feminino.

Esta segunda arrancou bem cedo com a Esgrima. Max Rod entrou bem na prova a vencer 5 jogos em 6 disputados na poule. Já João Cordeiro venceu 4 e perdeu dois. Ambos os atletas de Espada apuraram-se para a ronda 64, mas encontraram adversários bastante difíceis. Cordeiro perdeu 13-15 contra o atleta do Cazaquistão e Rod sofreu 8-15 frente ao atleta da China. Álvaro Noite e Gael Santos competem amanhã na vertente de Florete.




A dupla feminina de Voleibol de Praia venceu o jogo da manhã e perdeu no da tarde. Joana Resende e Tânia Oliveira bateram a dupla austríaca por 2-0 e as tailandesas ganharam no jogo da tarde. Fernando Silva e Sebastião Alves jogam amanhã com a dupla do Canadá (O'Gorman/Pedlow) e da Alemanha (Dittelbach/Flueggen). As raparigas também jogam, pois sairam apuradas para a 2ª fase eliminatória.

O Judo começou com as derrotas de Ana Cachola (-63 kg) frente a Kayoko Sano (Japão) e Tomás Costa (-81 kg) frente ao atleta do Azerbeijão, mas ambos os atletas foram repescados.

Ana aproveitou a 2ª oportunidade e venceu os três combates seguintes que a levou a disputar o bronze com a austriaca Kathrin Unterwurzacher. Com dois yokos e imobilização no tapete, a judoca viria a perder o combate e, assim, terminou em 5º lugar. Esta é a melhor classificação portuguesa até à data.

Já Tomás Costa ainda venceu o primeiro combate, após repescagem, frente a Michael Harrison (EUA), mas não passou ao teste frente a Seungsu Lee. Tomás termina a sua participação em 11°.

No Atletismo, Sónia Tavares correu a meia-final dos 100m e terminou em 5º lugar na sua série. A velocista vai agora correr amanhã a primeira eliminatória dos 200m, tal como David Lima e Pedro Bernardo. Marcos Caldeira apresenta-se na final do Triplo Salto.




Luís Araujo, Tiago Bessa, Francisco Fragoso, Simão Almeida e Gustavo Simões formaram a equipa masculina de Ginástica Artística e competiram na subdivisão 3. O rendimento dos portugueses foi positivo, mas o nível da competição era mais elevado que em edições anteriores. A equipa classificou-se em 14º lugar com 247.200. Gustavo Simões apurou-se em 17º lugar para o All Around individual, com 84.550 pontos, entre 65 atletas. A prova decorre ao fim da tarde de 9 de julho.

Ainda esta terça feira, Jorge Viterbo Ferreira disputa o seu primeiro jogo no Xadrez e André Alves do Judo combate nos -73 kg. Já Rita Limão Oliveira da Ginástica Artística aguarda ainda lugar na final do All Around individual, já que é a primeira suplente por 0,1 da 30ª classificada.




Entrevista Ana Cachola
Finalista de Medicina na Universidade Nova de Lisboa, Ana Cachola participa na sua 3ª Universíada, tendo ganho em 2009, a medalha de bronze. Hoje esteve muito perto de o conseguir novamente mas a austríaca Kathrin Unterwurzacher foi mais forte.

FADU: Com três participações em Universíadas, 2007, 2009 e 2013, qual a comparação e balanço sobre as mesmas?
Ana Cachola: Em Banguecoque 2007 ainda era muito nova e fui com a curiosidade de conhecer o que eram as Universíadas. Em Belgrado 2009, tinha feito uma boa preparação para ir às Universíadas e já sabia com o que contava, correu bem, tinha nível e consegui fazer a medalha. Desta vez, a prova correu bem, o nível era bastante elevado e foi pena não ter repetido a medalha novamente.

FADU: Entre as adversárias encontradas, há algum sentimento especial que fica?
AC:
Foi bom ter conseguido ganhar à Coreana, pois é uma atleta muito forte e consegue ganhar em seniores, em provas muito importantes como o mundial e nos Jogos Olímpicos também teve uma boa prestação. Com a atleta húngara senti imensas dificuldades e mas consegui gerir bem o combate.

FADU: Num ambiente de Universíadas, quais as principais diferenças que se vivem dentro e fora do tapete, em comparação com outras provas internacionais?
AC:
Aqui é tudo em “ponto grande”, há muito mais participantes e por isso mais nervosismo durante a prova. Há também uma certa pressão, porque é uma prova muito gratificante quando ganhamos, mas tudo o resto é igual, a organização e a competição em si.

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