FISU - Universíadas

Júlio Ferreira ganhou o bronze no taekwondo

 

Júlio Ferreira (-74kg) conquistou a medalha de bronze na 30.ª Universíada de Verão Nápoles 2019, após ter vencido três combates. O estudante da Universidade do Minho e atleta pela AAUM perdeu nas meias-finais com o iraniano Amirmohammad Bakhshikalhori por 3-9 e ficou com o terceiro lugar do pódio. Antes disso, o português venceu Vladydlav Yerko (Ucrânia) por 2-0 (no ponto de ouro 8-8) no primeiro combate, o espanhol Javier Chicote Zafra (8-0) no segundo, e o Abdussamat Les (Cazaquistão), por 9-3, nos quartos de final.

 

No final, o português mostrou-se satisfeito e orgulhoso pelo feito alcançado. ‘Vinha de umas provas que não tinham corrido tão bem e na Universíada de Taipé fiquei às portas do pódio e agora conseguir a medalha é inexplicável. É daquelas metas que traçamos, que queremos alcançar mas que ao mesmo tempo tudo parece estar contra isso… desta vez consegui! Aqui e também nas rotinas que alguns de nós temos de Seleção, o facto de ter alguém a lutar pelo mesmo que nós dá-nos vontade de ser melhores’.

 

O estudante-atleta da academia minhota falou um pouco sobre o espírito que se vive na Universíada. ‘Apesar de o taekwondo estar um pouco afastado da vila de atletas principal este ano, continua a haver um espírito de união muito forte. Há a sensação clara de que estamos todos a lutar pelo mesmo, diferente do que temos quando vamos competir sozinhos. Depois há muito convívio, mistura de culturas e é uma experiência humana brutal’, disse, ele que repete a experiência depois de Taipé em 2017. E como se consegue ter desempenhos positivos nos meios académico e desportivo? ‘Controlar a rotina é a única maneira de conseguir conciliar os estudos e a prática desportiva. Eu consegui, demorei mais a acabar mas também valeu a pena e a verdade é que temos de aproveitar a idade que temos porque um atleta chega a uma certa idade e começa a ser diferente, há que aproveitar’.

 

Ainda no taekwondo, Sofia Cruz (-62kg) perdeu o primeiro combate (2-10) contra Amanda Bulford (Estados Unidos), alcançando o 17º lugar. No atletismo, Diogo Pinhão foi 26º classificado nos 800m, com 1.52:70, Edujose Lima ficou em 16.º lugar no lançamento do disco com 52.18m. Na ginástica rítmica, Beatriz Santos foi 29ª classificada na prova de arco (12,800) e 23º lugar na prova de bola (14,150). Na geral está em 26º lugar.

 

O dia em Itália acabou com a derrota da Seleção Nacional Universitária de Voleibol masculino, por 0-3 (25-16; 25-21 e 25-15), que disputará amanhã, frente à República Checa (13h30 PT) a posição entre 5º e 8º lugares.

José Lopes conseguiu oitavo lugar e basquetebol vai lutar pelo bronze

 

Dia de grandes emoções em Nápoles. José Lopes, que ontem tinha batido o record nacional absoluto dos 800 metros livres, foi esta segunda-feira à final e alcançou o oitavo lugar na prova. No basquetebol, a Seleção Nacional Universitária feminina defrontou a equipa medalha de ouro na Universíada de Taipé 2017, a Austrália, e saiu do jogo com um sabor amargo. Os números falam por si: a partida terminou 49 – 56 (14-12; 29-25 e 40;36). Segue-se agora o Japão na discussão pela medalha de bronze.

 

Ainda na natação, Francisco Santos foi 14º na classificação geral dos 200m costas com 2:00:16 e qualificou-se para a semifinal, onde acabou em 12º lugar com 2:00.04. Rita Frischknecht foi 21ª classificada na prova de 200 livres com 2:04:44, Francisco Quintas foi 24º classificado na prova de 50m bruços com 28:36 e Alexandre Amorim foi 39º classificado na prova de 50m bruços, com 28:97.

 

A estreia dos portugueses no atletismo, cujas provas decorreram no Estádio San Paolo, não poderia ter sido melhor. Isto porque Cátia Azevedo ‘abriu a pista’ e foi primeira da série nos 400 metros, com 53.05, tendo conseguido o apuramento para a final, Carlos Nascimento, 2.º da série nos 100m com 10.39 passou à semifinal, e Evelise Veiga que foi 3.ª classificada na qualificação do salto em comprimento (6.36) e está apurada para final. Pelo caminho ficaram Ophélie Oliveira, 22º lugar na classificação final da qualificação do lançamento do disco, Victor Korst, 13º na qualificação do salto em altura (2.15) e Ricardo Ferreira, 27.º nos 1500 metros (3:56.72).

 

No ténis, Martim Prata perdeu 6-4; 7-6 (5), na segunda ronda de singulares, e à tarde, em dupla com Daniel Rodrigues, disse adeus aos pares masculino ao perder com Taipé 0 - 2 (5-7; 3-6). Portugal terminou hoje a sua participação na esgrima com uma derrota frente à China por 34-45 na competição de equipas.

Joana Diogo foi 9.º lugar e ténis masculino seguiu em frente

 

 

Martim Prata defrontou o ucraniano Mykhailo Muraviov na primeira ronda de singulares e começou com o pé direito a competição ao vencer por duplo 6-3, juntando-se assim a Daniel Rodrigues na próxima ronda. Inês Mesquita foi a primeira portuguesa a competir este sábado e perdeu por duplo 1-6. Em estreia na competição de singulares, a tenista portuguesa não conseguiu superar a bielorrussa Katyarina Paulenka. Ana Filipa Santos perdeu por 1-6 e 3-6 com a checa Anastásia Zarycka (primeira cabeça de série) e ficou pelo caminho na segunda ronda, na competição de singulares. Nos pares feminino, a dupla portuguesa perdeu contra as eslovacas Veronika Koberlingova e Katarina Stresnakova, num jogo equilibrado do início ao fim (7-5 6-7 (5) e 11-13). 

 

Joana Diogo (-52Kg) venceu Arzuv Yalkapova, do Turquemenistão, por ippon. Na fase seguinte venceu a italiana Martina Castagnola novamente por ippon e passou aos quartos de final, tendo perdido com a sul coreana Da Sol Park por ippon. Nos quartos de final da repescagem perdeu frente a Diyora Keldiyorova (Uzbequistão) por ippon e ficou em nono lugar da prova. No masculino, Pedro Silva perdeu no open com o alemão Benjamin Bouizgarne por ippon. De referir que Bouizgarne foi medalha de bronze nos Jogos Europeus Universitários de 2018, em Coimbra. João Abreu (-66kg) perdeu com o australiano Noam Tidhar, por ippon, depois de ter ganho ao turco Berat Kilic, por 1-0, na primeira ronda.

 

Do tapete para as águas, a Piscina Scandone foi palco para a prestação de três dos oito nadadores lusos chamados a Nápoles. Rita Frischknecht foi 24.ª classificada nos 100 metros costas, com 1:03.98 (1.ª da série), Francisco Quintas ficou em 26.º lugar nos 200 metros bruços, com a marca de 2.16.38 (1.º da série), batendo o seu recorde pessoal, e Francisco Santos foi 35.º classificado nos 50 metros costas, com 26.10 (4.º da série).

 

Na esgrima, Rui Costa começou a fase de poules com três vitórias e três derrotas, venceu a primeira ronda a eliminar (15-10) e perdeu a segunda (2-15) falhando o acesso ao quadro 16.

 

Na final feminina de all around que decorreu no Palavesuvio, Mariana Pitrez conseguiu o 18.º lugar e leva de Nápoles a sua melhor prestação internacional.

 

O voleibol masculino entrou ontem em campo, frente à Rússia, e perdeu por 3-1. Os portugueses começaram bem, 26-24 no primeiro set, mas perderam os restantes (15-25; 20-25 e 17-25) e entraram com o pé esquerdo na competição. Seguem-se agora a Coreia do Sul (este domingo, às 16h30 PT no Palazetto dello Sport, em Ariano Irpino), China e Estados Unidos.

 

Este domingo há ainda jogo do basquetebol feminino, relativo aos quartos de final, frente à República Checa (19 horas em Portugal), e estarão a competição a natação, o ténis, o judo, e será a estreia no taekwondo.

Portugal estreia-se com o pé direito

 

Portugal estreou-se esta quarta-feira em competição, nas modalidades de basquetebol e ginástica artística. A equipa orientada por Ricardo Vasconcelos derrotou a congénere argentina por 64-50, em jogo a contar para a fase de grupos do lote B.

 

As portuguesas ganharam nos quatro períodos (12-6, 34-18, 50-31 e 64-50) e começaram com o pé direito. Seguem-se agora os restantes encontros do grupo B, frente à Roménia (esta quarta-feira, às 12 horas de Portugal) e com a Rússia na quinta-feira, à mesma hora.

 

Também em competição estiveram os ginastas Bernardo Almeida e Guilherme Campos, que prestaram provas em solo, cavalo com arções, argolas, saltos, paralelas simétricas e barra fixa. Bernardo Almeida, atleta-estudante da Universidade de Lisboa e da Faculdade de Motricidade Humana, ocupa neste momento o quarto lugar no all around, quando faltam ainda competir atletas de várias nacionalidades. Guilherme Campos ocupa, para já, a 13.ª posição. 

 

Além do jogo de basquetebol feminino, entram em competição esta quinta-feira os atletas-estudantes da natação, judo e esgrima.

 

Equipa de basquetebol em Caserta de olhos postos na fase de grupos

 

A Seleção Nacional Universitária de basquetebol feminina que irá defender as cores nacionais na Universíada de Verão Nápoles 2019 já se encontra em Itália. A três dias de se estrear em competição, frente à equipa da Argentina, é ainda tempo de medir o pulso à cidade e continuar a preparação para entrar com o pé direito na competição.

 

Pela segunda vez numa universíada, Joana Soeiro, sabe da riqueza desportiva que a competição envolve. ‘Por ser uma prova mundial e não europeia, que é o que estamos mais habituadas e que nos leva a defrontar equipas com o mesmo estilo de jogo muitas vezes, aqui temos diferentes estilos’ disse, sem esquecer a parte cultural. ‘Vir à universíada é sair da cultura europeia e poder estar em contacto com uma mistura muito boa de culturas de todo o mundo’, acrescentou a estudante-atleta que seguiu a via académica nos Estados Unidos.

 

‘Quanto às adversárias… a Rússia é forte, não sabemos tanto o que esperar da Argentina porque terá uma cultura desportiva diferente, mas na última universíada ficamos em nono lugar e o objetivo é melhorar sempre. Queremos ficar nos primeiros dois lugares do grupo para depois tentar ficar nos oito primeiros’ traçou a basquetebolista portuguesa, vincando o objetivo de deixar marca em Itália. Queremos ir melhorando sempre a nossa prestação a cada dois anos e ganhar o respeito nesta modalidade e nesta competição’. Sobre o ambiente no seio do grupo, não poderia ser melhor, assegura. ‘Das doze, oito ou nove juntam-se sempre desde os sub-15/sub-16 para representar as seleções e damo-nos muito bem fora de campo. Isso também se reflete na altura de competir’.

 

Também para o selecionador nacional universitário, Ricardo Vasconcelos, esta competição não é novidade. ‘O espírito de uma universíada é muito semelhante ao espírito olímpico, tudo gira à volta do estudante-atleta português com um requinte multidesportivo. Não se trata de uma modalidade da Nação mas sim do desportista da nossa Nação! A dimensão física e intelectual do evento ganha contornos muito superiores ao de outras competições em que já participamos’, começou por dizer. ‘No caso concreto do basquetebol, o que tem de mais espetacular é o contacto com nações fora da europa, com culturas de basquetebol completamente díspares, e sentir as diferenças desde o sul-americano ao australiano’.

 

O selecionador português, que também treina a equipa nacional, entende que a parceria entre a Federação Portuguesa de Basquetebol e a Federação Académica do Desporto Universitário é ‘super proveitosa’ porque reúne o melhor de vários mundos. ‘Esta competição permite a várias jogadoras com afirmação recente no escalão seniores ganhar muita experiência internacional e também funciona como uma grande motivação para trabalhar e atingir mais e maiores palcos dentro da modalidade’. No que respeita a objetivos, o treinador tem os pés assentes na terra e a ambição assente nos sonhos: ‘Temos como meta fazer melhor do que há dois anos e para isso estamos obrigados a ficar nos dois primeiros lugares do nosso grupo. Acreditamos nisso porque o grupo tem uma ótima ética de trabalho e é ambicioso’.

 

De referir ainda que a equipa de basquetebol, composto por doze atletas, compete em Caserta nos dias 3, 4 e 5 de julho, tendo pela frente as seleções da Argentina, Roménia e Rússia, equipas que fazem também parte do grupo B.

 

Argentina e Rússia são os primeiros adversários em Nápoles

 

Faltam menos de dez dias para o arranque da trigésima Universíada de verão. A edição deste ano tem lugar na região de Campânia, com competição distribuída por Caserta, Salerno e Nápoles. A Seleção Nacional Universitária feminina de Basquetebol estreia-se frente à equipa da Argentina. O encontro está marcado para as 10h30 de dia 3 de julho e terá lugar no Palabarbuto.

 

O segundo encontro da fase de grupos será frente à seleção da Roménia, no dia 4, pelas 13 horas, no Palajacazzi. O último encontro da fase de grupos será frente à Rússia, às 13 horas de dia 5, em Palacercola.

 

No voleibol, a Seleção Nacional masculina terá como primeira adversária a equipa da Rússia, que defronta às 20 horas de dia 5 de julho, em Ariano Irpino. Seguem-se depois as equipas da Coreia do Sul, dia 7 (17h30, Ariano Irpino), da China, dia 8 (17h30, Nocera) e dos Estados Unidos, dia 9 (14h30, Benevento).

 

Recorde-se que o basquetebol e o voleibol são as modalidades coletivas a competição na Universíada. A equipa feminina tem a orientação técnica de José Araújo e Ricardo Vasconcelos, o voleibol, no masculino, tem na equipa técnica os treinadores João José e Carlos Pereira.

 

 

 

Basquetebol fez história ao conquistar medalha de bronze

 

 

A Seleção Nacional Universitária de basquetebol feminino fez história em Nápoles, ao conseguir o terceiro lugar na 30ª Universíada de Verão. A equipa orientada por Ricardo Vasconcelos disputou o terceiro lugar com a congénere do Japão e, após prolongamento, assegurou um lugar no pódio. O jogo terminou com 76 – 59 no marcador, num jogo muito equilibrado (13-17; 29-24; 43-48 e 58;58) e cheio de emoção.

 

‘Foi fantástico. Esta é a melhor prenda que recebi e poderei vir a receber’, confessou Inês Viana, capitã de equipa, em dia de aniversário. ‘Este grupo é o melhor de sempre. Antes do jogo disse-lhes que independentemente do resultado elas são o meu orgulho. Ganhar 18-01 no prolongamento comprova que nós não somos de bronze: somos de ouro! Trabalhamos muito para sermos a melhor equipa da Europa. E não é só nas seleções, é todo o ano. Temos muita força de vontade. Somos mulheres de garra!’, vincou.

 

Também o treinador, Ricardo Vasconcelos, mostrou a satisfação pelo objetivo alcançado. ‘Depois de perdermos o último jogo a motivação manteve-se elevada e esse é um ponto importante. Foram brilhantes a dar a volta ao jogo. Somos a melhor seleção da Europa. Todas trabalharam imenso, têm muito carácter e isso é fundamental’, disse, valorizando o percurso académico das estudantes e atletas que treina. ‘Tem tanto ou mais valor do que qualquer medalha e o desporto também é uma escola que fica para a vida toda. As situações que vivem aqui poderão vir a vivê-las no mundo do trabalho no futuro’.

 

Enquanto o basquetebol conquistava o bronze em Palabarbuto, Cátia Azevedo corria em busca da glória no Estádio San Paolo, na prova de 400 metros. A atleta portuguesa ficou em quinto lugar (52.07), ela que esta terça-feira alcançou mínimos para marcar presença no Mundial de Doha (51.62). Ainda no atletismo, na parte da manhã, Evelise Veiga e Ana Oliveira asseguraram presença na final do triplo salto com 13.59 (5º lugar) e 13.27 (9º lugar), respetivamente. A final está marcada para esta sexta-feira às 17h27 (hora PT) e tem transmissão na FISU TV.

 

No ténis, a dupla Martim Prata e Ana Filipa Santos conseguiu passar aos quartos de final na competição de pares mistos. Os portugueses conseguiram dar a volta ao marcador e ao par da Bielorrússia (3-6; 6-3; 11-9 super tie break) e estão agora entre as oito melhores equipas em prova.

 

Esta quarta-feira disse adeus à competição a natação, Portugal ficou em 14º lugar na estafeta 100 metros estilos com 3:44.12 e José Lopes foi 10.º classificado nos 400 metros estilos com 4:20:83. No taekwondo, João Cruz perdeu com Magomedov Qashin (Azerbaijão) por 2-27 e ficou em 17º lugar.

Basquetebol nas meias e José Lopes na final com recorde nacional

 

A Seleção Nacional Universitária de basquetebol feminino venceu a República Checa por 60-44 e seguiu para as meias-finais da competição, feito inédito da modalidade numa Universíada. No jogo destacaram-se Laura Ferreira com 24 pontos, sete ressaltos, seis roubos de bola e três assistências, e ainda Maria Kostourkova, segunda melhor marcadora, com nove pontos e oito ressaltos. A equipa defrontará agora a Austrália, medalha de ouro na Universíada de Verão Taipé em 2017.

 

O dia também correu bem aos portugueses em prova na Piscina Scandone de Nápoles. José Lopes bateu o recorde nacional absoluto nos 800 m livres (o anterior era de Fernando Costa desde 2007 – 08:05.35), com 08:03.80 (foi 2.º da série e 8.º na classificação geral) e passou à final, que será transmitida amanhã na FISU TV, a partir das 17 horas em Portugal. Raquel Pereira qualificou-se para a meia-final dos 200 metros bruços, onde alcançou o 10.º lugar da geral com 2:29.41. Guilherme Dias foi 39.º nos 100m livres, com 51:35 (5.º da série).

 

Daniel Rodrigues perdeu 1-6; 0-6 com Khumoyun Sultanov (Uzbequistão), segundo cabeça de série, na prova de singulares. Durante a tarde os portugueses tiveram motivos para sorrir, Martim Prata e Daniel Rodrigues ganharam o primeiro jogo de pares masculino por 6-4; 0-6 e 10-5 frente à dupla de eslovacos Marko M./Pavlovsky T. e passaram à próxima ronda.

 

No taekwondo poomsae, Diogo Ramalho foi 10º lugar no grupo em que competiu e falhou o acesso à próxima fase, enquanto Cláudia Sanches foi 12.ª e também não seguiu em frente. Ambos terminam em 17º lugar na geral.

 

Pedro Silva, Guilherme Salvador, João Abreu e João Fernando foram chamados à competição de judo por equipas, perdendo na primeira ronda frente à equipa da Moldávia, por 2-3.

 

A Seleção Nacional Universitária de voleibol masculino ganhou por 3-1 à Coreia do Sul, no segundo jogo da fase de grupos. A equipa das quinas ganhou por 25-21; 25-20; 27-29 e 25-8. Segue-se agora o encontro com a China, marcado para as 16h30 (hora PT) desta segunda-feira, em Palacoscioni – Nocera.

 

Amanhã estarão a competição as modalidades de atletismo, ténis, natação, esgrima basquetebol e voleibol.

Portugal soma e segue no ténis, basquetebol e ginástica artística

 

 

O Tennis Club Napoli, o Palacercola e o Palavesuvio foram os palcos que esta sexta-feira viram brilhar os estudantes-atletas portugueses que competiram nas modalidades de ténis, basquetebol e ginástica artística.

 

Na estreia do ténis em competição na 30.ª Universíada de Verão, Ana Filipa Santos venceu a australiana Aleksa Cveticanin por 6-4 e 7-6 (7-1 no tie break) e Daniel Rodrigues foi melhor do que Toms Sutris, da Letónia, vencendo por duplo 6-0. Ambos estão agora na próxima fase.

 

No basquetebol, a Seleção Nacional Universitária feminina venceu a Rússia por 75-54 e está pela primeira vez nos quartos de final da competição. A equipa treinada por Ricardo Vasconcelos ficou em primeiro lugar do grupo B e vai agora discutir um lugar nas meias-finais com a República Checa.

 

Na ginástica artística, Mariana Pitrez garantiu a presença na final do all around, ficou em 16.º lugar na qualificação, e fez a sua melhor prova de sempre a nível internacional, com 47,100. Volta a entrar em cena amanhã, a partir das 18h30. No masculino, Bernardo Almeida é 24º classificado e reserva na final all round masculina, também marcada para a tarde deste sábado.

 

Na fase de poules de espadas, o atirador Gonçalo Alves somou quatro vitórias e uma derrota, João Cruz ganhou por três vezes e perdeu outras tantas. Ambos ficaram pelo caminho na primeira ronda da fase a eliminar, e foram, respetivamente, 34.º e 49.º classificados. Carolina Oliveira, no florete, passou a fase de poules com quatro vitórias e duas derrotas e perdeu no acesso aos oitavos de final, por 15-13, tendo ficado na 22.ª posição.

 

Na natação, Raquel Pereira foi primeira da série nos 100 metros bruços, com 1:10.55, e ficou na 18.ª posição da classificação geral. Na mesma prova, Ana Rodrigues foi sétima com 1:10.69 e foi 22.ª na classificação geral. José Lopes foi primeiro da série nos 200 metros estilos, com 2:02.75, e ficou no 18.º lugar na classificação geral.

 

Joana Carvalho (-63kg) perdeu com a judoca do Turquemenistão Angelina Fillipova por 0-1 (wazari em golden score) e João Fernando (-73 kg) venceu o belga Charly Nys por ippon, tendo perdido na segunda ronda da repescagem frente ao alemão Lukas Vennekold por ippon no golden score.

 

De referir ainda que esta sexta-feira chegou a Nápoles a comitiva de atletismo, cujas provas começam no dia 8 de julho. Este sábado voltam a estar em competição a esgrima, o ténis, a natação, o judo e a ginástica artística.

Voleibol e ténis chegaram esta terça-feira

 

Com a contagem decrescente a dar as últimas para que comece a 30.ª Universíada de Verão Nápoles 2019, foi a vez de chegarem as comitivas do ténis e do voleibol masculino. Os tenistas chegam para competir na cidade napolitana, a equipa orientada por João José competirá em Salerno. Antes disso, foi tempo de hastear a bandeira portuguesa na Stazione Marittima, em Nápoles, onde estão ancorados os navios cruzeiro que servem de casa a milhares de atletas-estudantes por estes dias.

 

Portugal compete em duas modalidades nesta edição da Universíada de Verão e uma delas é o voleibol masculino. Dos convocados para dar o melhor na quadra por Portugal, está Miguel Sinfrónio, central que alinha pelo Sport Lisboa e Benfica, e aluno na Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, onde frequenta a licenciatura em Ciências Políticas e Relações Internacionais. ‘As equipas que estão no nosso grupo são muito boas, os Estados Unidos e a Rússia têm sempre bons desempenhos e a Coreia e a China também são grandes equipas, embora não sejam tão ‘grandes’ em termos de altura. A meu ver temos boas hipóteses de passar à próxima fase, se conseguirmos manter o foco. Vão ser jogos muito disputados. O ambiente da equipa é espetacular, brincamos quando temos de brincar e jogamos quando temos de jogar, sempre com objetivos mas também com vontade de desfrutar da modalidade que amamos. A competição em si que tem particularidades muito especiais’.

 

Ana Santos, atleta do Clube de Ténis do Paço do Lumiar que ocupou o terceiro posto nos Jogos Europeus em Coimbra e que frequenta mestrado de Engenharia de Micro e Nanotecnologias na Universidade Nova de Lisboa, também foi uma das estudantes-atletas que chegou hoje e falou das primeiras impressões. ‘Já participei em alguns europeus universitários, pela Seleção Nacional participei em alguns europeus individuais e de equipas, como os CPLP, mas cada competição é diferente e vai ser uma experiência única!’, vaticinou à chegada. ‘Empenho, muita garra e muita competitividade’ são as palavras de ordem da tenista, que vê nesta chamada uma oportunidade única. ‘Ser atleta e estudante é uma mais valia para todos! Claro que não é fácil mas ter a oportunidade de disputar competições como esta, onde não só representamos a nossa universidade mas também o nosso país, é uma grande mais valia e um orgulho enorme’ salientou, mostrando-se grata pela chamada a Itália.

 

Esta terça-feira teve ainda lugar a cerimónia de hastear da bandeira, junto ao cais da Stazione Marittima, onde Portugal marcou presença com uma comitiva composta por várias modalidades e respetivos atletas e oficiais. A cerimónia de abertura está marcada para a noite desta quarta-feira, no estádio San Paolo. 

 

De referir que a competição arranca já amanhã. Bernardo Almeida e Guilherme Campos (ginástica artística, 10 horas, menos uma em Portugal continental) e a equipa de basquetebol feminino, que defronta a equipa da Argentina na primeira jornada do grupo B às 10h30 (09h30 em Portugal continental), serão os primeiros a competir. 

Comitiva portuguesa da ginástica artística já está em Nápoles

 

A comitiva da ginástica artística que irá representar Portugal na 30.º Universíada de verão já aterrou em Nápoles. Bernardo Almeida e Guilherme Campos estreiam-se a competir no dia 3 de julho, Mariana Pitrez tem a primeira prova no dia 5 de julho.

 

Acabados de chegar ao porto napolitano, local de estadia e onde funciona a área internacional, os estudantes-atletas mostraram entusiasmo com a experiência que agora iniciam. Bernardo Almeida está na segunda universíada, a primeira experiência foi em Taipé 2017, e sabe bem o que um evento multidesportivo desta natureza acrescenta. ‘É um espírito diferente das provas a que nós estamos habituados. Não há só ginástica ou atletismo, há espírito de maior união e equipa porque estamos todos a torcer pelo nosso País. Acabamos por acompanhar a competição de outras modalidades e até vemos atletas que conhecemos da televisão’, referiu, acrescentando que as vertentes desportiva e humana de cada participante saem reforçadas. ‘Quero tentar superar-me’, sublinhou ainda, mostrando o desejo de vir a participar na edição de 2021, que seria a sua terceira.

 

As provas da ginástica artística terão lugar no Palavesuvio, na cidade de Nápoles, e para a competição, as palavras de ordem são comuns: ‘Quero dar o meu melhor!’, disse Mariana Pitrez. ‘Trabalhei para estar aqui e é muito bom poder ver de perto outras ginastas de alto nível. É a minha primeira vez, sei que há um espírito jovem e agora é aproveitar!’, acrescentou.

 

Tal como os companheiros, Guilherme Campos está pela primeira vez em solo italiano e revelou o que lhe vai na alma. ‘Estou contente por poder representar Portugal e que ajude a contribuir para a boa imagem do desporto português, que vai muito além do futebol’, disse, referindo ainda o desejo de ‘fazer uma prova limpa e aproveitar para ver os outros atletas em competição’.

 

Para este domingo está marcada a chegada da equipa feminina de basquetebol a Itália, cuja competição arranca em Caserta na quarta-feira. Portugal defronta a Argentina no primeiro jogo da fase de grupos.

Ricardo Brancal termina Slalom Gigante na 53.ª posição

 

O esquiador Ricardo Brancal competiu pela primeira vez, na Universíada de Inverno em Krasnoyarsk, na madrugada desta sexta-feira. O português ficou na 75.ª posição na primeira manga e após terminar a segunda, terminou a competição de Slalom Gigante na 53.ª posição, num total de 101 participantes.

 

‘Estou satisfeito com a segunda manga, mas não com a primeira, fui muito conservador e isso prejudicou-me a performance’, confessou o atleta luso no final da prova, ele que envergou o dorsal 94. ‘A pista era bastante desafiante, principalmente no segundo setor da prova, no qual perdi mais tempo. A classificação final poderia ter sido um top 50 se a primeira manga tivesse corrido como a segunda’.

 

Com o resultado alcançado no somatório de tempo das duas mangas, Ricardo Brancal melhorou a sua pontuação na International Ski Federation (FIS) e deverá subir alguns lugares na próxima atualização do ranking internacional.  

 

As cores nacionais voltam a estar em prova na madrugada desta segunda-feira (3h e 6h, horas em Portugal – 10h e 13h, horário local), desta feita em Slalom.

 

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